quarta-feira, 13 de maio de 2009
segunda-feira, 11 de maio de 2009
Ritmo Genuinamente Brasileiro
Batuque do Choro
Apresentação de Diogo Guanabara
Muitos nomes do cenário Potiguar já subiram ao palco do Projeto Batuque do Choro, uma idealização que me orgulha, por defender o genero e o ritmo do chorinho. Rodolfo Amaral com sua voz e interpretação cantando Ademilde Fonseca ao lado de musicos e maestros que dominam os instrumentos de corda, alem de Carlinhos Zens com sua flauta apresentando inumeros sucessos do choro brasileiro, Diogo Guanabara com seu bandolim e seu incomparavel talento ja subiram ao palco, cantando e tocando todas as emoçoes de um passado que não morreu. Nomes como esses e tantos outros orgulham o nosso estado e para isso abrimos espaços que possiblitem suas participações e presença contagiando um público cativo e carente do genero. O Projeto Batuque do Choro conquistará um novo espaço, aberto ao publico de todos as classes e segmentos.
HISTÓRIA DO CHORO
Gênero da música popular brasileira que surgiu em 1870, no Rio de Janeiro. Inicialmente não se caracterizou como estilo musical, mas pela forma abrasileirada com que músicos da época tocavam ritmos estrangeiros como polca, tango e valsa. Eles utilizavam, entre outros instrumentos, violão, flauta, cavaquinho, bandolim e clarinete, que dão à música um aspecto sentimental, melancólico e "choroso". O termo “Choro” passa, então, a denominar o estilo. Influenciado por ritmos africanos, como o batuque e o lundu, sua principal característica é a improvisação instrumental, especialmente com violão e cavaquinho. A função de cada instrumento na música varia de acordo com o virtuosismo dos componentes do conjunto, que podem assumir o papel de solo, contraponto ou as duas coisas alternadamente.
Idealizadora do Projeto: Yanna Medeiros
Realização: 2005 a 2007
Proposta: para 2011.
domingo, 10 de maio de 2009
Dia das Mães!

Registro dia 02 de Setembro 08
Emoção contagiante!
Mirabô
‘’Esse apresentação no Seis e Meia para mim foi muito especial, apresentei ao público o testemunho de Sarah Lima através da sua intimidade com a música e em particular com meu CD MARES POTIGUARES (ela canta todas as canções) aí a idéia de convidá-la para subir ao palco do Teatro Alberto Maranhão e cantar comigo a canção ‘’Colando a Boca no teu Rosto’’, ela tem apenas 4 anos e é filha do músico e jornalista Moisés de Lima com a Produtora Yanna Medeiros. Além dessa participação marcante para todos, ainda pudemos ver a interação do artista local com o artista nacional, fortalecida pela proposta cultural, através de um encontro de vozes.
... Para mim foi uma honra fazer parte das duas apresentações, em que Renato Terra fez, aqui em Natal e em João Pessoa, onde carinhosamente, fui convidado para viajar e também dividir o palco com ele, apresentando também para os paraibanos, algumas de minhas canções’’.
Por Yanna Medeiros (produtora cultural)
Dono de uma sensibilidade rara, leva consigo traços genuínos da música que em sua voz marcante atravessa os mares e percorrem os corações já conquistados por sua luz intensa, sua capacidade poética, seu jeito singelo, doce e naturalmente verdadeiro. Assim Mirabô canta e compõe suas canções, dedicando aos amigos, companheiros e músicos. E todo seu notório talento é visto em diversos projetos e festivais e escrito em seu livro agregado a canções dos mares potiguares. Assim como marcada em sua personalidade frutífera e indissolúvel uma leve timidez que transporta o tempo nos palcos da cidade.
Música e Poesia Potiguar
Mirabô Dantas é cantor, compositor e escritor. Potiguar, morou no Rio de Janeiro nas décadas de 80 e 90 e foi presidente do sindicato dos músicos. Gravou um compacto pela CBS, ainda em vinil, e acaba de lançar o seu primeiro CD, de forma independente. Junto com o CD, Mirabô lançou seu livro de memórias musicais: "Umas histórias, outras canções".
A primeira faixa do CD "Colando a boca no teu rosto" , foi gravada também for Fagner em seu mais recente CD, "Fortaleza" onde divide o vocal com Zeca Baleiro. "Mares Potiguares" é um significativo resumo da obra de Mirabô, principalmente suas parcerias com o baiano Capinan. Destaque para a bela "Nunca mais" , música de Mirabô sobre poema de Auta de Souza.
A produção do disco é de Jorge Lima e os músicos que participam do disco são Jorge Lima, Marco França, Jr. Primata, Joca Costa, Erick von Sohsten, Marcelo Tinoco, William da Costa, Faisal Hussein, Philipp Diego, Jubileu, Paulo Sarkis, Diana Alves, Costinha e Alexandre Johnson. Nos vocais: Rachel Grossmann, Juliana Queiroz, Tiquinha, Angela Castro e Victor Queiroz .
MIRABÔ - MARES POTIGUARES
1-Colando a boca no teu rosto (Mirabô/Capinan) - Part. de Fagner
2-Mares potiguares (Mirabô/Capinan)
3-Teu amor (Mirabô/Paulo George)
4-A quem interessar possa (Mirabô/Nêumanne Pinto/Leandro G. Barros)
5-Viço (Mirabô/Claudio Leal)
6-Fado (Mirabô/Nêumanne Pinto/Leandro Barros)
7-Pra te esquecer (Mirabô/Mauricio Tapajós)
8-Estrela D'Alva (Mirabô/Capinan)
9-Toda mulher (Mirabô/Marcos Silva)
10-Nunca mais (Mirabô)
Um trecho do livro "Umas histórias, outras canções":
“Chegando e Cantando”
"Em 1975, eu havia deixado Natal para ir morar
"Naqueles primeiros dias de Rio de Janeiro, fui ao teatro João Caetano a fim de ver um show beneficente, daqueles em que vários artistas se apresentam, cada um cantando um número limitado de músicas. Vários artistas já consagrados no cenário musical brasileiro iam se apresentar. Terezinha, com quem eu tinha ido, ao ver o compositor Geraldo Azevedo, de quem já era amiga, tratou logo de nos apresentar, embora nós já soubéssemos algumas coisas um do outro, pois tínhamos um amigo em comum, o escritor pernambucano Jomard Muniz de Brito, o qual, sempre que vinha a Natal, falava de Geraldo para mim e vice-versa. Enfim, já nos conhecíamos, faltava era ficarmos cara a cara. Geraldo, depois de um abraço demorado e sincero, foi logo me perguntando:
-Vai cantar, velho ?
-Claro que não! Estou chegando agora...O que é que eu vou fazer no meio de tanta estrela ? Ainda mais num teatro desses ...No Rio de Janeiro...tá doido ?- eu disse.
-E eu ? Você acha que sou esse famoso todo ? Estou começando agora - completou. E continuamos ali conversando. Eu feliz por ter finalmente conhecido aquela pessoa que todos os amigos tem como um grande companheiro.
Continuávamos tagarelando ali atrás do palco, quando o produtor do espetáculo chegou perto de nós e falou para Geraldo que o show ia começar e ele seria um dos primeiros a se apresentar. A essa altura, o compositor de Caravana pediu para que eu ficasse ali, pois continuaríamos a conversa depois de sua apresentação. Dali mesmo detrás do palco e ao lado de outros cantores participantes do evento, fiquei assistindo a tudo com um certo olhar de deslumbramento. O show foi iniciado. Cada artista a se apresentar cantava três músicas e em seguida ia chamando o próximo.
Chegou finalmente a vez de Geraldo Azevedo que, depois de cantar duas músicas, falou para a platéia que o ouvia atenta:
- Gente! Eu , como todos os que se apresentaram até agora, teria que cantar três músicas. Mas acabei de conhecer um cara que já era meu amigo há muito tempo, embora nunca tivéssemos nos encontrado. Ele é do Rio Grande do Norte, é compositor e recém-chegado ao Rio. Vai cantar a terceira música a que tenho direito. E me anunciou.
Entrei naquele palco meio que no susto. Recebi o violão das mãos de Geraldo e cantei A Quem Interessar Possa, uma canção que fiz em parceria com o paraibano José Nêumanne Pinto (atualmente comentarista político do telejornal do SBT) sobre um cordel de Leandro Gomes de Barros e uma citação de Oswald de Andrade que diz:
Saibam quantos
Esta canção ouvirem
Que te amo
Do amor maior
Que possível for
Tomo tua mão
Não sou seu amo e senhor
Sou só teu amor
E és meu amor também
Mil cento e vinte anos
Eu vivi no abandono
Porém quem ama tem força
Vence fome, sede e sono
O amor nasce no mundo
Já destinado ao seu dono
O público, que lotava o teatro João Caetano, foi mais do que generoso comigo: não só me aplaudiu bastante como ainda me fez cantar mais uma. Geraldo voltou ao palco, me abraçou e, além de ser aplaudidíssimo pelo gesto, também cantou finalmente a terceira música a que tinha direito, lógico, a pedido da calorosa platéia. Foi assim a minha primeira apresentação no Rio de Janeiro.”
Trecho retirado do livro “Umas histórias, outras canções” de Mirabô Dantas, Natal, RN – 2007 – Págs.
sábado, 9 de maio de 2009
Cultura Potiguar
Sobre Sueldo Soaress
Criando raízes e expandindo seu novo conceito musical, o artista encanta e agrada a todos!
O Compromisso:
A sua influência negra acentuada transformou a responsabilidade da sua música num próposito maior; interagir com todas os ritmos e estilos musicais levando o swing e alegria para todas as classes sociais.
Os shows:
Levado pelo dom instintivo, o artista revela sua essência e sobe aos palcos em diferentes apresentações com a mesma alegria e responsabilidade em tocar além da sua música, o coração de todos. Revela uma identidade única, regada com seu bom-humor e alto-astral. Sem dúvida atrai novos fãs e simpatizantes em cada nova apresentação.
Este é o compromisso do Sueldo Soaress!
‘’Cantor, compositor e intérprete da alma & Vida. Assim é Sueldo Soaress’’.
Valorização Cultural
Valorizar a arte é fortalecer a Cultura...
O que o faz acreditar que um sonho pode se realizar?
O que de fato esta a frente desse sonho?
Como seguir esse sonho sem desaninar?
Podemos questionar cada pergunta, dando e procurando as respostas teoricamente, mas essas resposta não estão relacionadas a teoria, apenas são postas desta forma quando transportamos sua realidade para apresenta-las como de fato são e como de fato vivem. Pois um sonho busca dentro da alma o caminho para se transpor... e aí nasce o sonhador que luta com persistencia para dar VIDA a sua natureza, ao seu dom e a sua capacidade de limitações, possibilidades e competencia diante da arte, da música e de todo o segmento.
Idealizar é contextualizar e formatar um sonho, contemplando a sua realização. Um artista que sonho, cria... que acredita, realiza... que segue em frente conquista e cresce, amadurece e fortalece a imagem e consequentimente os resultados surgem.
A arte como cultura tem um crescente fator que incentiva e estimula a valorização e o reconhecimento, como um divisor de aguas que tanto os produtores da area como os artistas do segmento buscam, a arte de ser e de fazer esta dentro deste País, existe em extensão e pluralidade intensificando, cultuvando e fortalecendor propostas, ideias, criações e projetos. As idealizações que fortaleceram minha proposta na cultura e a criação de projetos que se multiplicaram em ideias com o desejo de ocupar espaço e o reconhecimento dentro do cenario artistico e cultural em beneficio a arte e aos artistas potiguares, tomaram dimensões que hoje me proporcionam uma somatoria de realizações sempre com o mesmo foco e o único objetivo de produzir e realizar ações e projetos que envolvam música e cultura.
Projeto Seis e Meia

A proposta do Projeto é manter, inovar e resgatar artistas que fazem e fizeram sucesso. Seis e Meia é o Projeto de cunho cultural que tem como objetivo abrir espaço para os artistas locais da nossa cidade que sobem ao palco do Teatro Alberto Maranhão para apresentarem seus shows como artistas, interpretes e compositores (atraves de canções autorais). Muitos dos nossos nomes já tiveram a oportunidade de dividirem o palco com nomes nacionais, poucos ainda nao participaram do Projeto e como ''Seis e Meia'' continua a ser realizado no TAM, com tres a quatro shows ao mes, sempre as terças-feiras e pontualemtne as 18h30, os artistas locais tem um espaço aberto a sua obra.
Confira no site: http://www.projetoseisemeia.com.br
A Escolha...
O depertar para uma Realização!

Quando bem estruturados, aprendemos o respeito mutuo, o valor da conquista e assim tomamos conhecimento dos nossos direitos e deveres diante de nós, da familia e da sociedade. Muitos transformam, outros se transformam e assim cada um busca sua conquista e luta por seu espaço dentro de um mercado competitivo, na vida das pessoas que encontram e nas trilhas que surgem para facilitar acessos e nos obstaculos que surgem para dificulta-los.
De repente nos reconhecemos e nos tornamos ''alguém'' com definições, pontos de vistas e com uma profissição que nos definem... que assinam o nosso sobrenome . Quem somos?
Como ser humano... HUMANA!
Como amiga... LEAL!
Como Mãe... REALIZADA!
Como mulher... INTENSA!
Como Profissional... APRENDENDO!
E assim, percebemos que quanto mais crescemos mais podemos nos certificar que a base única de toda conquista esta na familia, num alicerce criado, na fonte da sabedoria maior a FÉ em DEUS!
Yanna Medeiros


